terça-feira, 19 de julho de 2011

Alegria diante do Senhor

Sempre nos reunimos na igreja ou em nossos eventos dizendo que tudo quanto for feito em tais reuniões será objeto de adoração ao Senhor. Os hinos que serão tocados, as palavras que serão dirigidas, as orações. E embora reconheçamos que o momento de adoração a Deus não se resume apenas nos encontros da congregação em suas reuniões, mas se expande para todo ato de um individuo, percebe-se o quão longe dessa realidade muitos estão. Aquilo que é pregado na teoria não se vê pela prática. A profissão de fé ganha eloqüência quando ela é percebida em nossas ações. O amor a Deus se verá em nós pelo cultivo diário através de um relacionamento contínuo com Deus; Deus desenvolverá em nós o amor abnegado que nos moverá a ações de graças e louvor praticados em todas as decisões diárias. Exercer a oração, o estudo da Bíblia e da literatura de nossa igreja, cantar e pregar, e todas as atividades cristãs, como um ritual destituído de profundo interesse, resultarão em abandono da fé. Deus não quer de nós a formalidade de nossas ações, mas amor. Ele deseja que nossa adoração seja o resultado de uma fé que opera pelo amor e purifica a alma.
Embora a salvação seja pela graça mediante a fé, e não pelas obras para que ninguém se glorie; a fé, no entanto, resulta em obras que revelarão o alvo de nossa adoração.
Uma das muitas histórias que podem ser utilizadas como referência de como a Adoração a Deus vem de cada individuo e resulta em uma adoração coletiva perfeita quando estão reunidos em uma congregação, é a história da construção do tabernáculo. A construção do edifício não aconteceria miraculosamente, também não seriam utilizados recursos provenientes do comercio; mas o povo, mobilizado por um espírito voluntário realizaria as suas doações e participariam de forma ativa na construção do prédio. E isso para o desenvolvimento da fé, visto que a mesma resulta em obras através das quais damos testemunho do verdadeiro Deus que adoramos.
Não era simplesmente um edifício; mas seria a habitação do próprio Deus. Isso me faz lembrar o conceito de imanência e transcendência divinas.  Em Isaías 57:15 está escrito: “Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos”.  O conceito de Transcendência de Deus, é que Ele seja alto, distante, sublime, inalcançável, grandioso, poderoso. E o conceito de Imanência de Deus, é que Ele seja próximo, Deus conosco, amigo, Aquele que HABITA com o contrito e abatido de coração. Conquanto Deus seja poderoso, grandioso, inalcançável, Ele é também um Deus particular, íntimo, pessoal, alguém tocável. O anuncio do nascimento de Jesus veio com o Seu respectivo nome, Emanuel – Deus conosco.
Deus concedera ao povo de Israel, habitar no meio deles. O Deus todo poderoso, infinito em poder e que habita no Alto e Sublime lugar, estaria também, em uma habitação feita por mãos humanas. Esse era um privilégio que requeria dos mesmos um reconhecimento a altura. Deus fez criaturas inteligentes para que mediante a reflexão do Seu amor, prestassem a Ele um serviço voluntário, de gratidão, que resultasse numa adoração de livre e espontânea vontade; todavia, o reconhecimento desse amor deveria superar infinitamente qualquer ritual meramente formal. E percebe – se, na realização das doações para a construção do santuário, que cada individuo na congregação estava mobilizado por uma adoração pura, pois que todos deram livremente e de coração as suas ofertas, até chegar a ponto de Moisés dizer: “Basta, já temos o suficiente para a construção do Tabernáculo”. Com certeza, o povo teria dado ainda muito mais, pois o mesmo permitia a atuação maravilhosa e enriquecedora do Espírito de Deus. Correspondiam perfeitamente à Lei da causa para o efeito em benesses; ou seja, a fé que opera pelo amor e purifica a alma – ADORAÇÃO. 
Todo aquele que permite o amor de Deus inundar o seu ser, praticará a beneficência social, e essa ação é uma vida contínua de adoração a Jeová. E não importa quem somos ou o que temos, se for dedicado à honra de Deus. A fé que opera pelo amor alcançará proporções que a nossa percepção é incapaz de mensurar. Como é, por exemplo, o caso da pobre viúva, que entrou no templo, para dar as suas duas únicas moedas. Cristo, ao louvá-la, disse que ela havia dado muito mais do que todos os que ali estavam. Como isso é possível?
A lógica humana não explica como a doação dela havia sido mais rica do que as dos fariseus; que eram visivelmente muito maiores do que a da pobre viúva; no entanto, Cristo disse que era a mais rica de todos. No livro O Desejado de Todas as Nações, Ellen White escreveu que a doação da pobre viúva era comparada a um rio, cuja nascente é estreita, mas ao longo do seu percurso enlarguesse e se aprofunda, pois uma multidão, ao longo dos séculos, foi influenciada pelo Santo Espírito de Deus, a doarem-se no ministério de levar almas aos pés de Cristo. As doações dessas pessoas foram somadas a doação da pobre viúva tornando-a uma fonte rica de recursos para o sustento do evangelho nos quatro cantos da terra.
Pensei, em como vai ser o encontro da pobre viúva com Jesus lá no Céu.  Quando ela observar a sua coroa, rica em estrelas, nas mãos de Jesus; entendendo que cada estrela representa uma pessoa que se converteu através dela, vai perguntar – Quando foi Senhor que eu preguei para essas pessoas?  - E Cristo vai responder à ela qual foi a proporção do testemunho, aparentemente tão pequeno que ela deu – No livro Atos dos Apóstolos, eu li que Jesus vai mostrar à ela, como a obra foi sustentada durante todos os séculos, até a volta dEle para buscar o Seu povo, pela influência do testemunho dela.
Adorar a Deus é muito mais do que nós possamos entender. Existe uma rica e infinita informação sobre esse assunto. Entre elas, é o fato de pela nossa adoração o mundo vê O Invisível. Ainda que a pessoa venha a falecer, seu testemunho de adoração a Deus continua exercendo o seu amplo efeito dominó. E quando estivermos no lar celestial, Deus nos mostrará a influência das nossas atitudes que, antes, não estavam patentes aos nossos olhos.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

George Carlin


Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos muita TV e raramente estamos com Deus. Multiplicamos os nossos bens, e reduzimos os nossos valores. Nós falamos demais e amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à lua, mas temos dificuldades de cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos, planejamos mais e realizamos menos... aprendemos a nos apressar, mas não a esperar. Construímos mais computadores, para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do “Fast-food” e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, e vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartável, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você. Reflita nessas palavras. Lembre-se de passar mais tempo com as pessoas que você ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer “eu te amo” à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas em primeiro lugar, ame a Deus e a si mesmo. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e a todo ser humano, sempre.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Viver para Adorar e Servir

"A necessidade é mãe das invenções"

Certa vez estava passando com um amigo em uma cidade nobre, e ele me disse algo que me chamou muita atenção. De acordo com esse meu amigo, uma das características daquela cidade era que as pessoas dali eram esnobes e indiferentes. Perguntei o porque, e a resposta me despertou maior perplexidade. Disse-me ele, que quando as pessoas não convivem com a carência da sociedade, elas não sentem a necessidade de serem calorosas e solidárias.

Nesse caso, a falta da carência gera outra carência de cunho espiritual. A alienação produz uma terrível insatisfação, onde tudo o que temos e o que somos não faz sentido algum, pois sem ter com quem dividir a conseqüência é vazio. Esse é o diagnóstico para a doença espiritual de todos nesse mundo. Fossem essas pessoas levadas em contato com os esfomeados, os que sentem frio, os que estão agonizando por conseqüência de uma doença terminal, fossem essas pessoas levadas ao convívio com a dor e a opressão dos que estão lutando contra as tormentas dessa vida, não dariam elas sentido a sua vida ministrando a dor desses desvalidos? - Só existem ongs, porque a carência dos desafortunados, desperta nas pessoas a solidariedade, impulsionando-as a darem sentido à sua própria existência, aliviando a dor dos que estão ao seu redor.

Por incrível que pareça isso não é apenas uma conclusão da sociologia ou da psicologia. Essa é uma realidade de origem teológica.
Talvez você deve estar pensando: Se é de origem teológica, então foi Deus quem determinou que fosse assim. Não poderia ter Ele feito as coisas diferentes? Por que as pessoas só são solidárias quando convivem com a dor e sofrimento de outras?

O universo foi projetado por Deus, para corresponder a um propósito santo. Toda criatura animada e inanimada deveria corresponder a esse propósito. Deus compôs todos os elementos da criação, conectados a Ele e conectados entre si, pelo princípio que rege todo o universo - A LEI DEPENDÊNCIA MÚTUA. Todo ser que respira e até os que não respiram deveriam existir para servir a outrem. O próprio Deus é o centro e cumprimento dessa conectividade. NELe se completa o circuito dessa beneficência contínua. Toda espécie de males contradiz esse princípio. O mal surgiu por que houve transgressão dessa LEI. Seres criados resolveram viver pra si, em busca dos seus prazeres e satisfações egoístas.

Não foi Deus quem criou o mal. Pois a origem do mal é resultado da quebra de um princípio eterno – VIVER PARA ADORAR E SERVIR.
Pela decisão humana nos separamos de Deus e a conseqüência foi a indiferença e a alienação. Todavia, Esse Ser de Justiça e Misericórdia, alcançaria o coração dos homens pelo Seu ato de doação.

Como foi dito anteriormente, o próprio Deus é o centro e o cumprimento desse princípio. NEle se completa o circuito de toda Beneficência. Cristo veio ao mundo em carne e osso, para revelar-nos o Seu Amor. Não somente seriamos alvo desse amor, mas deveríamos sentir o mesmo desejo que, partindo DEle nos moveria a amarmos uns aos outros.

Uma frase de cunho filosófico explica muito bem a intenção divina, quanto ao objetivo de restaurar no homem um caráter de amor abnegado: - “A necessidade é a mãe das invenções”. Sendo assim, a necessidade, de todo ser humano, é estar em ambientes que existem outras necessidades, onde verifica-se a carência humana, que impulsiona as pessoas a praticar e desenvolver atos beneficentes. Essa carência não é apenas de ordem material, mas também mental e espiritual. Agindo em benefício uns dos outros, os que nas mãos de Deus se colocam para esse cumprimento, conseguem dessa forma se harmonizarem com o sistema de governo universal. Todos necessitamos entrar em conformidade com o princípio para o qual existimos – ADORAR E SERVIR. Antes do pecado de Adão, o ser humano era naturalmente benigno. Com a introdução da rebelião contra Jeová, o ser humano tornou-se naturalmente maldoso. Para restaurar o caráter do mesmo, o Plano da Redenção seria colocado em prática para que, através da mediação de Jesus, o homem pudesse colocar-se em harmonia com a LEI DA DEPENDÊNCIA MÚTUA, ou seja, Viver Para Adorar e Servir. Para essa finalidade, faz parte do erguimento da humanidade, despertar-lhe por meio da dor e da aflição o desejo de servir, porque, de outra forma, devido a natureza corrompida do homem, esse desejo jamais surgiria. Em um ambiente de pecado, o homem deveria sentir a necessidade de praticar atos de benevolência, e a mesma só viria a ser despertada se o homem convivesse com a carência de outros. Dessa forma, entende-se que se tornou necessário, em um ambiente hostil como o nosso mundo, a convivência com a carência para mobilizar em nós o desejo de servir. Aquilo que consideramos uma maldição, na realidade, é para nós mesmos uma benção.

A humanidade unicamente é culpada pelos sofrimentos, pela miséria, e toda sorte de males que assolam esse mundo; no entanto, uma vez que essa passou a ser uma realidade, deveria ser o meio pelo qual o coração das pessoas se sensibilizaria no trato com as outras mais necessitadas. Deveria ser o meio pelo qual todo agente humano seria levado a pensar em quais são as conseqüências de transgredir os estatutos divinos.

Não haveria necessidade de que as coisas fossem assim, se tivéssemos, desde o princípio nos mantido fiéis a Deus. A restauração dessa fidelidade parte da Cruz de Cristo e com Ele aprendemos a essência verdadeira de servir, mobilizada por um sentimento abnegado e altruísta.

“ Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;  
Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes;  estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me. Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes”. Mateus 25. 34-40 .

sábado, 21 de maio de 2011

Sailing - Tradução

"Até Rod Stewart sabe, que a verdadeira liberdade, só existe em DEUS" Julian Jhon's

"Só vale a pena viver, passar por todo tipo de tormenta, pelas águas agitadas da dor e do sofrimento... somente vale a pena passar pelas tempestades... mesmo perseguidos ou em uma prisão por pregarmos a essência da nossa fé... se for para chegar no final dessa jornada vencedores em Deus, sendo levados por Ele nas alturas do céu, libertos do cativeiro que o mundo nos oferece, e nos regozijarmos nos braços do nosso Deus em verdadeira LIBERDADE". Julian Jhon's 

Música
Estou navegando, estou Navegando
De volta para casa, através do mar

Estou Navegando, sobre água tempestuosas
Para estar perto de você, para ser livre

Estou voando, estou voando
Como um pássaro, através do céu

Estou voando, passando por nuvens altas
Para ficar perto de você
Para ser livre

Você consegue me ouvir?
Você consegue me ouvir?

Através da noite escura, bem longe
Eu estou morrendo, sempre chorando
Para estar com você

Quem pode dizer?

Você consegue me ouvir?
Você consegue me ouvir?

Através da noite escura, bem longe
Eu estou morrendo, sempre chorando
Para estar com você

Nós estamos navegando... estamos navegando
De volta para casa, através do mar

Estamos navegando, sobre águas tempestuosas
para estar livre com você

Para ser LIVRE

Oh SENHOR! 

Para estar com você!

Para ser Livre



domingo, 10 de abril de 2011

A Origem do Mal

O mundo, desde que toda espécie de males passou a existir, têm questionado o caráter imutável e amorável de Deus, acusando-O como responsável e indiferente aos sofrimentos da humanidade. Embora Deus seja onipotente, poderoso o suficiente para destruir, com apenas um piscar de olhos, os que ousadamente O importunam com tais acusações, assim, não o faz, antes, contempla-os com terno cuidado e anseia através dos Seus meios de comunicação, impressionar-lhes a mente quanto ao conhecimento do Seu caráter mediante o que DEle foi revelado. Através do Seu Amado Filho, Das Escrituras Sagradas, do livro da Natureza, da sua sábia providência e através do influxo do Seu Santo Espírito, pretende Deus, responder as dúvidas do sincero inquiridor, para que mediante a Sua Graça possa salva-lo da morte eterna e dar-lhe o alívio à dor causada pelas tormentas desse mundo. Toda vez que uma dúvida interfere em nosso caráter, humanamente, nossa atitude é defender a nossa integridade física e moral, mesmo que isso resulte na ofensa daqueles que nos importunam com suas acusações. Imagine você, sendo acusado injustamente de ter matado alguém, ou de ter roubado. Qual não seria a sua postura em defender o Seu caráter? Deus tem suportado longamente as acusações que fazem injustamente à Ele; todavia, ternamente compassivo, espera pela oportunidade de nos impressionar a mente quanto o Seu caráter benevolente. Uma das perguntas que Deus tem prontamente a resposta, está relacionada a origem do mal. Afinal de contas onde e com quem originou-se o pecado?

Mesmo pessoas que não professam fé no cristianismo, estão familiarizadas com a resposta de que o pecado originou-se através de Lúcifer. Um anjo altamente honrado por Deus, tendo recebido DEle, grande poder e sabedoria, corrompeu, no entanto, o seu coração, ao travar contra Deus um grande conflito que, tendo iniciado no Céu desceu até nós seres humanos, e a terra tornou-se o espetáculo da luta do bem contra o mal. Existem muitos detalhes a serem colocados nessa resposta, que muitos desconhecem. Outras perguntas do tipo: Porque Lúcifer não foi destruído e porque Deus permitiu a sua rebelião surgem e precisam de uma resposta – Ao entendermos que Lúcifer é o originador de todas as espécies de males que afetam, inclusive a humanidade, porque Deus permitiu que esse anjo levasse a sua obra funesta adiante?   


"Deus é amor". I João 4:8. Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será. "O Alto e o Sublime, que habita na eternidade", "cujos caminhos são eternos", não muda. NEle "não há mudança nem sombra de variação".
“Toda manifestação de poder criador é uma expressão de amor infinito. A soberania de Deus compreende a plenitude de bênçãos a todos os seres criados.
A história do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princípio se iniciou no Céu até o final da rebelião e extirpação total do pecado, é também uma demonstração do imutável amor de Deus”.
“Sendo a lei do amor o fundamento do governo de Deus, a felicidade de todos os seres inteligentes depende da perfeita harmonia, com seus grandes princípios de justiça. Deus deseja de todas as Suas criaturas o serviço de amor, serviço que brote de uma apreciação de Seu caráter. Ele não tem prazer na obediência forçada; e a todos concede vontade livre, para que Lhe possam prestar serviço voluntário”. Patriarcas e Profetas página 33 e 34.
Podemos notar nesses versos que Deus estabeleceu a Lei do Livre Arbítrio. Se tem alguém que respeita o direito de Livre Expressão, esse alguém é Jeová, pois que, tendo Ele criado toda hoste Angélica e os homens dotados de perfeição, imaculados e inteligentes, não os privou da decisão de se rebelarem contra o Seu governo; no entanto, aqueles que assim fizessem, deveriam arcar com as conseqüências. Pois toda harmonia Universal dependia da estrita obediência aos estatutos divinos. E isso envolvia princípios morais como não matar, não roubar, não adulterar, honrar pai e mãe, não cobiçar o que é do próximo e não mentir. Pense nesses princípios morais, e com certeza você chegará a conclusão de que se fossem obedecidos, quantos males não seriam evitados? Deus, no entanto, só poderia esperar uma obediência voluntária que partisse de uma apreciação do Seu caráter. Isso responde a pergunta do porque Deus não eliminou Satanás imediatamente, quando o mesmo O afrontou com sua rebelião. A Lei do Livre arbítrio é tão sagrada e eterna quanto O próprio Deus, pois ela está inerente ao Seu caráter. Se Deus tivesse destruído Satanás, não haveria então poder de escolha; os anjos do Céu e todos os outros seres inteligentes, serviriam a Deus, antes por medo e não por amor, e toda harmonia do Reino de Deus seria comprometida por uma situação ainda pior. Para salvaguardar os anjos e todos os outros seres inteligentes de outros mundo, Deus permitiu que Satanás levasse avante sua obra, para que a natureza das suas verdadeiras intenções e tendência fossem reveladas, e todos pudessem ver o caráter de Justiça e Misericórdia divinos em contraste com o caráter antagônico do arquienganador.

Sendo assim, qual era a natureza das intenções desse anjo?

“Nenhuma nota discordante havia para deslustrar as harmonias celestiais. Sobreveio, porém, uma mudança neste estado de felicidade. Houve um ser que perverteu a liberdade que Deus concedera a Suas criaturas. O pecado originou-se com aquele que, abaixo de Cristo, fora o mais honrado por Deus, e o mais elevado em poder e glória entre os habitantes do Céu. Lúcifer, "filho da alva", era o primeiro dos querubins cobridores, santo, incontaminado”.
“Pouco a pouco Lúcifer veio a condescender com o desejo de exaltação própria. Dizem as Escrituras: "Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor." Ezeq. 28:17. "Tu dizias no teu coração: ... acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono. ... Serei semelhante ao Altíssimo." Isa. 14:13 e 14. Se bem que toda a sua glória proviesse de Deus, este poderoso anjo veio a considerá-la como pertencente a si próprio. Não contente com sua posição, embora fosse mais honrado do que a hoste celestial, arriscou-se a cobiçar a homenagem devida unicamente ao Criador. Em vez de procurar fazer com que Deus fosse o alvo supremo das afeições e fidelidade de todos os seres criados, consistiu o seu esforço em obter para si o serviço e lealdade deles. E, cobiçando a glória que o infinito Pai conferira a Seu Filho, este príncipe dos anjos aspirou ao poder que era a prerrogativa de Cristo apenas”. Patriarcas e Profetas página 35.

Nota-se nesses textos, que aquilo que nós também repudiamos, inveja, ciúmes e cobiça, foram os princípios da queda desse anjo. Sendo ele o mais exaltado de todos os anjos do Céu e estando abaixo, apenas do próprio Cristo, não se contentou com toda honra e glória que dele provinha de Deus, e invejou a Cristo e as honras unicamente pertencidas a Ele.

“Disputar a supremacia do Filho de Deus, desafiando assim a sabedoria e o amor do Criador, tornara-se o propósito desse príncipe dos anjos. Para tal objetivo estava ele a ponto de aplicar as energias daquela mente superior, que, abaixo da de Cristo, era a primeira dentre os exércitos de Deus. Mas Aquele que queria livres as vontades de todas as Suas criaturas, a ninguém deixou desprevenido quanto ao sofisma desconcertante por meio do qual a rebelião procuraria justificar-se. Antes que se iniciasse a grande luta, todos deveriam ter uma apresentação clara a respeito da vontade dAquele cuja sabedoria e bondade eram a fonte de toda a sua alegria.
O Rei do Universo convocou os exércitos celestiais perante Ele, para, em sua presença, apresentar a verdadeira posição de Seu Filho, e mostrar a relação que Este mantinha para com todos os seres criados. O Filho de Deus partilhava do trono do Pai, e a glória do Ser eterno, existente por Si mesmo, rodeava a ambos. Em redor do trono reuniam-se os santos anjos, em uma multidão vasta, inumerável - "milhões de milhões, e milhares de milhares" (Apoc. 5:11), estando os mais exaltados anjos, como ministros e súditos, a regozijar-se na luz que, da presença da Divindade, caía sobre eles. Perante os habitantes do Céu, reunidos, o Rei declarou que ninguém, a não ser Cristo, o Unigênito de Deus, poderia penetrar inteiramente em Seus propósitos, e a Ele foi confiado executar os poderosos conselhos de Sua vontade. O Filho de Deus executara a vontade do Pai na criação de todos os exércitos do Céu; e a Ele, bem como a Deus, eram devidas as homenagens e fidelidade daqueles. Cristo ia ainda exercer o poder divino na criação da Terra e de seus habitantes. Em tudo isto, porém, não procuraria poder ou exaltação para Si mesmo, contrários ao plano de Deus, mas exaltaria a glória do Pai, e executaria Seus propósitos de beneficência e amor”. Patriarcas e Profetas pág. 36.

“Os anjos alegremente reconheceram a supremacia de Cristo, e, prostrando-se diante dEle, extravasaram seu amor e adoração.
Lúcifer curvou-se com eles; mas em seu coração havia um conflito estranho, violento. A verdade, a justiça e a lealdade estavam a lutar contra a inveja e o ciúme. A influência dos santos anjos pareceu por algum tempo levá-lo com eles. Ao ascenderem os cânticos de louvores, em melodiosos acordes, avolumados por milhares de alegres vozes, o espírito do mal pareceu subjugado; indizível amor fazia fremir todo o seu ser; em concerto com os adoradores destituídos de pecado, expandia-se-lhe a alma em amor para com o Pai e o Filho. De novo, porém, achou-se repleto de orgulho por sua própria glória. Voltou-lhe o desejo de supremacia, e uma vez mais condescendeu com a inveja de Cristo. As altas honras conferidas a Lúcifer não eram apreciadas como um dom especial de Deus, e, portanto, não provocavam gratidão para com o seu Criador. Ele se gloriava em seu brilho e exaltação, e almejava ser igual a Deus. Era amado e reverenciado pelo exército celestial, anjos se deleitavam em executar suas ordens, e estava ele revestido de sabedoria e glória mais do que todos eles. Contudo, o Filho de Deus era mais exaltado do que ele, sendo um em poder e autoridade com o Pai. Partilhava dos conselhos do Pai, enquanto Lúcifer não penetrava assim nos propósitos de Deus. "Por que", perguntava este poderoso anjo, "deveria Cristo ter a primazia? Por que é Ele mais honrado do que Lúcifer?". 
Deixando seu lugar na presença imediata do Pai, Lúcifer saiu a difundir o espírito de descontentamento entre os anjos. Ele agia em misterioso segredo, e durante algum tempo escondeu seu propósito real sob uma aparência de reverência para com Deus. Começou a insinuar dúvidas com respeito às leis que governavam os seres celestiais, dando a entender que, conquanto pudessem as leis ser necessárias para os habitantes dos mundos, não necessitavam de tais restrições os anjos, mais elevados por natureza, pois que sua sabedoria era um guia suficiente. Não eram eles seres que pudessem acarretar desonra a Deus; todos os seus pensamentos eram santos; não havia para eles maior possibilidade de errar do que para o próprio Deus. A exaltação do Filho de Deus à igualdade com o Pai, foi representada como sendo uma injustiça a Lúcifer, o qual, pretendia-se, tinha também direito à reverência e à honra. Se este príncipe dos anjos pudesse tão-somente alcançar a sua verdadeira e elevada posição, grande bem resultaria para todo o exército do Céu; pois era seu objetivo conseguir liberdade para todos. Agora, porém, mesmo a liberdade que eles até ali haviam desfrutado, tinha chegado a seu fim; pois lhes havia sido designado um Governador absoluto, e todos deveriam prestar homenagem à Sua autoridade. Tais foram os erros sutis que por meio dos ardis de Lúcifer estavam a propagar-se rapidamente nos lugares celestiais”. Patriarcas e Profetas pág. 37.

A obra funesta do arquienganador, atingiram proporções que evidenciavam uma ação urgente de Jeová afim de salvaguardar a todos no Céu. Trouxera esse anjo, confusão as mentes dos anjos a ele subordinados. Tamanha foi a sutileza do engano que ele propagou nas cortes celestes que até anjos de posição menos elevada na hierarquia do governo divino chegaram, mesmo a pensar que ele era o comandante do Céu, posição essa pertencente à Jesus. Muitos foram tentados e até convencidos de que Lúcifer tinha razão.Deus interveio várias vezes por intermédio de Seu Filho e dos anjos que se mantiveram leais a Ele, com argumentos incontestáveis, para que o rebelde se arrependesse e buscasse o perdão de Deus. Mesmo tendo reconhecido que a Lei de Deus é santa, pura e perfeita; mesmo reconhecendo a justiça e a misericórdia divina, devido ao orgulho fomentado em seu coração, tornou-se irredutível aos apelos decidindo-se pela rebelião.

“O espírito de descontentamento que assim se acendera, estava a fazer sua obra funesta. Conquanto não houvesse uma insurreição declarada, a divisão de sentimentos imperceptivelmente crescia entre os anjos. Alguns havia que olhavam com favor para as insinuações de Lúcifer contra o governo de Deus. Posto que tivessem estado até ali em perfeita harmonia com a ordem que Deus estabelecera, achavam-se agora descontentes e infelizes, porque não podiam penetrar Seus conselhos insondáveis; não estavam satisfeitos com Seu propósito de exaltar a Cristo. Estes se encontravam prontos para apoiar a exigência de Lúcifer para ter autoridade igual à do Filho de Deus. Entretanto, anjos que eram fiéis e verdadeiros sustentavam a sabedoria e justiça do decreto divino, e se esforçavam por reconciliar este ser desafeto com a vontade de Deus. Cristo era o Filho de Deus; tinha sido um com Ele antes que os anjos fossem chamados à existência. Sempre estivera Ele à destra do Pai; Sua supremacia, tão cheia de bênção a todos os que vinham sob Seu domínio benigno, não havia até então sido posta em dúvida. A harmonia do Céu nunca fora interrompida; por que deveria agora haver discórdia? Os anjos fiéis apenas podiam ver conseqüências terríveis para esta dissensão, e com rogos ansiosos aconselhavam os que estavam desafetos a renunciarem seu intuito e se mostrarem leais para com Deus, pela fidelidade ao Seu governo”. Patriarcas e Profetas pág. 38 e 39

“Deus permitiu que Satanás levasse avante sua obra até que o espírito de desafeto amadurecesse em ativa revolta. Era necessário que seus planos se desenvolvessem completamente a fim de que todos pudessem ver sua verdadeira natureza e tendência. Lúcifer, sendo o querubim ungido, fora altamente exaltado; era grandemente amado pelos seres celestiais, e forte era sua influência sobre eles”.
“Deus apenas podia empregar meios que fossem coerentes com a verdade e justiça. Satanás podia usar o que Deus não podia - a lisonja e o engano. Procurara falsificar a Palavra de Deus, e de maneira errônea figurara Seu plano de governo, pretendendo que Deus não era justo ao impor leis aos anjos; que, exigindo submissão e obediência de Suas criaturas, estava simplesmente a procurar a exaltação de Si mesmo. Era, portanto, necessário demonstrar perante os habitantes do Céu, e de todos os mundos, que o governo de Deus é justo, que Sua lei é perfeita. Satanás fizera com que parecesse estar ele procurando promover o bem do Universo. O verdadeiro caráter do usurpador e seu objetivo real devem ser compreendidos por todos. Ele deve ter tempo para manifestar-se pelas suas obras iníquas.
A discórdia que sua conduta determinara no Céu, Satanás lançara sobre o governo de Deus. Todo o mal declarou ele ser o resultado da administração divina. Alegava que era seu objetivo aperfeiçoar os estatutos de Jeová. Por isso permitiu Deus que ele demonstrasse a natureza de suas pretensões, a fim de mostrar o efeito de suas propostas mudanças na lei divina. A sua própria obra o deve condenar. Satanás pretendera desde o princípio que não estava em rebelião. O Universo todo deve ver o enganador desmascarado”. Patriarcas e Profetas pág. 41 e 42.

Mais uma vez Deus reúne todos os anjos na Sua presença, para reafirmar a posição do Seu Filho, e expulsar os antagonistas do Seu governo. Deus deixou bastante claro que a partir daquele momento cada caso estaria decidido. Muitos dos que foram enganados por lúcifer tiveram a intenção de voltar para Deus, mas Lúcifer alegou que eles haviam ido longe demais, e que Deus não os perdoariam. È verdade no que diz respeito a Lúcifer, que o mesmo havia ido longe demais, mas não era assim com aqueles que haviam sido enganados por ele. Se se estivessem dispostos a se arrependerem de sua apostasia e voltar e se encontrarem novamente no favor divino, Ele os aceitaria. Todavia, pelo orgulho e fidelidade ao seu líder, mantiveram-se ao lado de Satanás na rebelião contra Deus. A ação urgente a ser empregada era a expulsão dos anjos rebeldes. Essa função fora empregada pelo Comandante do Céu Cristo Jesus e Seus anjos.

“Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam, mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele”. Apocalipse 12: 7-9.

Assim foram expulsos, Satanás e uma terça parte dos anjos do Céu.  Sua atuação tem um tempo determinado. Deus colocará um fim na sua existência e na daqueles, tanto anjos como seres humanos, que se unirem a Lúcifer na rebelião, ainda existente contra Deus.

Deus permitiu a existência do pecado para salvaguardar o Universo todo, mostrando quais são as conseqüências de desobedecer os seus estatutos. Essa resposta precisava ser dada a todos os seres inteligentes; quer sejam anjos, quer sejam os seres inteligentes de outros mundos, e até mesmo e principalmente nós seres humanos, os quais também optamos pela desobediência e trouxemos sobre esse mundo as suas  conseqüências.

Deus não somente permitiu a existência do pecado, para revelar o Seu caráter em contraste com o de Satanás , mas providenciou um meio através do qual extirpa-lo. Não penseis que seres celestiais e O próprio Deus encontram-se assentados no Céu assistindo a situação da humanidade, indiferentes às suas dores. Antes um Plano foi colocado em ação para redimir o homem, restaurar a terra e extirpar de uma vez por todas o pecado. Esse plano se chama REDENÇÃO. Através do qual, Aquele que fora injustamente acusado de ser tirano, opressor, arbitrário e ditador, por amor a todos do Universo, deu a Sua vida em Sacrifício. O comandante do Céu Cristo Jesus, para salvaguardar todos do Seu reino, empreendeu a obra que só Ele poderia realizar em prol da humanidade. A fim de que através do Seu sofrimento o Seu sistema de governo fosse absolvido das acusações satânicas. 


"Liberdade onde verifica-se a ausência de LEIS não é liberdade, mas, escravidão de consequências desagradáveis"- Julian Jhon's.

domingo, 27 de março de 2011

Super vulcão Yellowstone

“Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora”. Romanos 8.22

Recentemente o mundo se deparou com um grande evento catastrófico, onde um terremoto deu lugar a um Tsunami que destruiu grande parte da região costeira no Japão, provocando a morte de milhares de pessoas. Diante de tal calamidade, entre muitas outras que têm abalado os nervos da humanidade nos quatro cantos da terra, pensei – Será que vem coisa pior pela frente?
É lógico que essa é uma pergunta retórica. Não é pessimismo da minha parte; mas, pelas informações que tenho buscado sobre geologia, com certeza algo muito pior ainda está para acontecer. De acordo com as análises científicas realizadas no supervulcão, localizado no parque Yellowstone dos EUA, a sua atividade sísmica tem apresentado indícios de que, muito em breve entrará em erupção. O interessante é que, de acordo com os geólogos, esse evento está atrasado. Há muito tempo os cientistas estão prevendo uma eminente e devastadora atividade vulcânica do grande magma em Yellowstone. Para termos uma pálida concepção do que está por vir, é preciso saber de que monstro estamos falando. 

O Supervulcão Yellowstone, está localizado na ponta Noroeste do estado de Wyoming nos Estados Unidos. O nome do local provém das suas rochas que são amareladas devido a grande quantidade de enxofre. Sua enorme cratera possui 90 quilômetros de extensão e sua caldeira é quarenta vezes maior que a do Monte Santa Helena, o qual entrou em erupção em uma manhã de domingo, no dia 18 de maio de 1980. A erupção do Monte Santa Helena foi equivalente a 500 bombas atômicas de Hiroshima, destruindo 240 quilômetros quadrados de florestas majestosas, as quais foram instantaneamente aplainadas devido a uma explosão lateral que queimava em alta velocidade devastando tudo à sua frente. A atividade catastrófica do vulcão Santa Helena durou cerca de nove horas, o suficiente para causar um terrível estrago; no entanto, o monstro do qual estamos falando é muito maior e de conseqüências globais.
Os eventos sísmicos mensurados pelos geólogos observadores do Yellowstone são similares aos que precederam a atividade vulcânica do Monte Santa Helena. Percebe-se nessa similaridade que, muito em breve o Super Vulcão de Yellowstone entrará em erupção. Com uma caldeira que poderia conter a cidade de Los Angeles, a explosão desse supervulcão provocará uma imensa destruição em um raio de 960 quilômetros a sua volta. Em comparação aos eventos proporcionados pelo Monte Santa Helena, a atividade vulcânica de um supervulcão como o do Yellowstone é milhares de vezes mais poderoso. Os efeitos globais proporcionados pela erupção do Yellowstone podem durar meses ou até anos.

 Imagem copiada do site: http://www.espada.eti.br/n1852.asp Áreas atingidas pelo super vulcão 
Devido a sua extensão, e sendo que grande parte da sua composição magmática é eruptiva, não ocorrerá uma única explosão, mas sim uma série de erupções monstruosas; um milhão de vezes maior do que a bomba atômica. Não somente causará uma destruição nas suas imediações, mas provocará um desequilíbrio ecológico de proporção mundial, o que resultará em um desequilíbrio da vida no planta terra durante anos. De acordo com o documentário Mega Desastres, o primeiro alerta será o aumento da atividade sísmica; o solo se elevará com o aumento da pressão da rocha derretida. Conseqüentemente, haverá uma deformação no solo, e se a elevação for lenta, haverá mudanças nas bacias dos Geysers, o que por fim, causará o rompimento da superfície da terra com uma explosão dez mil vezes maior do que a do monte Santa Helena. Um furacão de gases quentes se espalhará em todas as direções. Enquanto isso uma nuvem de cinzas atingirá 24 mil metros de altura.

No entanto, mesmo sendo esse acontecimento, a maior destruição natural do mundo, seria apenas o princípio de uma série de erupções a 80 quilômetros de amplitude, espalhando rochas derretidas e gases em combustão por toda a região. A nuvem de cinzas cercaria a atmosfera terrestre baixando as temperaturas e arrasando a agricultura mundial.

Existem 1500 vulcões em todo o planeta; mas, menos de 10 são considerados supervulcões, devido ao seu potencial não só de destruir a área ao seu redor, como o de criar um desastre global. O Yellowstone é um deles, e é o protagonista de uma eminente catástrofe, por causa das evidências que apontam para uma atividade vulcânica monstruosa a qualquer momento.


Imagem copiada do documentário Mega Desastres - localização dos super vulcões.


Muitos têm se perguntado: - Porque o Yellowstone não entrou em erupção ainda? – enquanto esses buscam uma resposta, para mim e meus irmãos (Cristãos) ela já existe, é rápida e objetiva. Embora muitos têm culpado a Deus pelas dores da humanidade, é; no entanto, a Sua mão poderosa que tem retido todas as forças terrestres a fim de preservar a humanidade de algo muito pior. Para os céticos, como foi dito no filme 2012, somos todos loucos. No entanto, vale a pena lembrar, mesmo numa simulação, através desse filme foi dita uma verdade - nós temos razão. Não porque sabemos tudo, mas porque Aquele que sabe todas as coisas nos tem revelado. Porque tanto Sua Palavra quanto a natureza tem demonstrado com eloqüência, aquilo que ainda não tem sido com intrepidez, anunciado pelos adormecidos Cristãos. Jesus Virá e os eventos que O precede são vistos, na revoltosa natureza, nas movimentações secretas e declaradas da política, nas movimentações religiosas, na terrível miséria dos desafortunados e na decadência moral humana.


Simbologia apocalíptica do Poder de Deus retendo as forças destrutivas da terra:
“Depois disto vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma.  E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado que danificassem a terra e o mar,  dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus”. Apocalipse 7: 1-3.

Esse trecho do apocalipse nos remete ao presente momento da história humana. 90% do contexto do Livro Apocalipse é simbólico; ou seja, não existe, literalmente, quatro anjos nos quatro cantos da terra segurando os quatro ventos. Através do estudo mais profundo da teologia, podemos entender, que os quatro anjos simbolizam a poderosa mão de Deus retendo todos os tipos de forças destrutivas na terra, por intermédio dos Seus agentes celestes. Essas mesmas forças destrutivas são simbolizadas pelos quatro ventos, retidos pelo poder dos quatro anjos. Os quatro cantos da terra representam toda extensão mundial, sobre a qual está direcionada a mão de Deus. Enquanto as forças destrutivas são retidas, um outro anjo surge, a partir do oriente, para selar na fronte os servos de Deus. Eis aqui a longaniminidade de Deus, em não permitir que Seu Juízo sobre os que habitam na terra ocorra, até que os que se encontram nas trevas morais desse mundo atendam o Seu chamado. Aos que atenderem o chamado, as forças destruidoras da terra não os atingirão.

Entre os conhecedores desse contexto apocalíptico existe a seguinte expressão: “Os quatro anjos estão soltando os quatro ventos”. As forças que destruirão a terra vão ocorrer numa intensidade e freqüência assustadoras. Até que de Deus sejam pronunciadas as seguintes palavras “... Feito Está... Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se. E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão para retribuir a cada um segundo as suas obras” – Apocalipse 16: 17 e 22: 11,12.  Então eventos que precedem a volta de Jesus ocorrerão com um grau de potencialidade ainda maior, sendo eles sentidos através de todas as forças terrestres; seja de cunho político, social e natural, tudo entrará em um verdadeiro caos.

Não condeneis os vossos filhos a destruição desse mundo. Ao coração de todo ser humano é feito o seguinte apelo: “Pelo que, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a minha voz,   não endureçais os vossos corações... Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.  ”. Hebreus 3: 7 e Apocalipse 3:20. 


Link do documentário Mega Desastres 
http://www.youtube.com/watch?v=Eqdb2m8-YBk&feature=related